Rio Grande do Norte, quarta-feira, 13 de dezembro de 2017

Carta Potiguar - uma alternativa crítica

publicado em 3 de abril de 2012

Pontos em defesa do texto “Morte aos gatos!”

postado por Daniel Menezes

Publiquei semana passada um artigo intitulado “Morte aos gatos”, que foi postado na série “Da correção política à censura”, capitaneada pela Carta Potiguar. Tinha a consciência de que iria provocar uma determinada visão de mundo politicamente correta. Porém, jamais imaginei que o referido texto teria tanta audiência. Num pequeno espaço de tempo, o site recebeu comentários apaixonados em defesa dos animais, ofensas morais contra a minha pessoa e até ameaças de morte. Diante de tamanha repercussão, resolvi responder às críticas, os elogios e as manifestações que foram direcionados contra o meu texto.

Apresentarei meus argumentos ponto por ponto:

SACRIFÍCIO DE ANIMAIS COMO CONTROLE POPULACIONAL

No texto, afirmei, basicamente, que defendia o controle populacional de animais, através (mas não apenas) do uso do sacrifício sistematizado por parte do Estado. Ora, defendi apenas uma ação de saúde pública, que já se encontra consagrada em várias cidades do Brasil e do mundo (a maioria das capitais americanas, na França, Londres, Chile, etc). Natal, inclusive, também pratica sistematicamente o sacrifício (cerca de 60 animais são mortos por semana). Falei da necessidade de abordar o problema sem fundamentalismos, pois a situação em que Natal se encontra, em decorrência da superpopulação de gatos, requer o enfrentamento da questão.

Em nenhum momento utilizei a palavra “EXTERMÍNIO” (a palavra foi empregada por comunidades vegans/defensoras dos animais para me desqualificar). Nunca falei em perseguição dos gatos, ou mesmo defendi qualquer medida de espancamentos de tais animais (basta lembrar que eu, nesse mesmo site, afirmei que a vaquejada, por trazer sofrimento desnecessário para um animal, não tinha sustentação ética e que, portanto, precisava ser extinta). Ainda assim, nos comentários fui acusado disso tudo que expus anteriormente, ficando a impressão de que essas pessoas não se deram ao trabalho, sequer, de ler o meu texto. Se contentaram com os patrulhamentos e conclusões de terceiros.

Ora, na prática, a falta de enfrentamento da questão está levando a adoção de medidas extremas por parte da própria população. Conforme relatos, no bairro de Ponta Negra, uma parte dos moradores envenenou, mas também matou de outras formas (em sacos plásticos, queimados, pauladas, etc), todos os gatos da região para promover o controle (há suspeitas de que isso venha acontecendo em outras partes da cidade). Sou contra tais atitudes. Penso que cabe ao Estado, através de suas instâncias qualificadas e com política pública clara, a organização da questão. Sem, óbvio, trazer sofrimento para o animal (Segundo o Centro de Zoonoses da cidade, Natal, em 2001, acabou com a câmara de gás e passou a fazer uso de injeção letal, método de sacrifício mais utilizado e considerado menos desencadeador de dor).

Não me mostrei a favor ou contra os gatos. Não fiz essa apreciação de valor. Tento debater uma questão, que é de saúde pública.

Despertei para o tema quando presenciei a condição de extrema penúria em que se encontrava uma criança de oito anos (segundo os médicos, quase foi a óbito), que vi internada em hospital da cidade com a famigerada toxoplasmose, além do cenário que se estabeleceu na UFRN em decorrência dos felinos.

ZOONOSES

Enfatizei também que, ainda que não tenhamos acesso a dados precisos, nossa cidade vive, conforme relatos de profissionais da saúde (enfermeiros e médicos), um crescimento de doenças como a toxoplasmose, calazar, leptospirose, etc, e que o controle de animais era necessário, inclusive, também para combater tais doenças.

Procurei as estatísticas no centro de zoonoses, mas encontrei certa dificuldade burocrática para acessar os números. Entretanto, em conversa com os funcionários (agradeço a solicitude dos mesmos), tive a percepção de que o entendimento dos profissionais de saúde explicitado acima procede: há um crescimento da toxoplasmose em Natal (a dificuldade de conseguir os números, acredito eu, está relacionada com o período eleitoral, pois o dado, pelo que entendi, é mais negativo do que os cidadãos, em seu cotidiano, imaginam), tendência seguida por todo o RN (ainda há a subnotificação, que é alta).

Conversei com veterinários, médicos e biólogos e todos foram unânimes em dizer, ao contrário do que foi afirmado por alguns comentaristas do site, que locais em que há muitos gatos, cria-se, sim, ambiente propício para a difusão da toxoplasmose. O alimento mal lavado não é a única forma de contágio, conforme foi enfatizado também nos comentários do texto anterior (nessa reportagem http://www.correiodatarde.com.br/editorias/correio_natal-53214, é possível ver o relato de dois surtos de toxoplasmose em Natal [2010 e 2011] e as formas de contágio). O contato com o gato, ou o uso comum dos ambientes/utensílios pode também levar ao alastramento da doença. Um biólogo (temendo manifestações grosseiras, como podem ser fartamente encontradas nos comentários do texto “Morte aos gatos!”, ninguém quis ter seu nome mencionado), que fez graduação e mestrado na UFRN, lembrou o que é comumente visto pelos alunos daquela instituição: gatos dividindo bebedouros com alunos e professores (água contaminada também representa uma forma de contágio).

Outra informação. Nesse artigo http://portal.saude.gov.br/portal/arquivos/pdf/gve_7ed_web_atual_lv.pdf do ministério da saúde, também é possível ver que o calazar (leishmaniose visceral), doença já bem conhecida dos natalenses (já passamos por alguns surtos pelas nossas bandas), que tem o cão como principal vetor e mata, quando não tratada, em 90% dos casos, cresce em centros urbanos brasileiros, inclusive, na conhecida cidade do sol.

ALIMENTAR ANIMAIS DE RUA COMO PRÁTICA CRIMINOSA

Defendi também no texto que a prefeitura, encarregada de capitanear medida de controle de zoonoses e legislar sobre o assunto, deveria multar quem alimenta animais de rua e fui severamente atacado por tal afirmação, apesar de enfatizar que já é política adotada por outras cidades (me baseei no exemplo francês [naquele país, a reincidência pode gerar processo criminal]).

Tive a oportunidade de refletir sobre o assunto recentemente com um membro da polícia ambiental do RN, também formado em biologia. Segundo o profissional me relatou, a minha medida está correta e atenderia, inclusive, a uma melhor organização do meio ambiente da cidade.

Isto porque, ainda continuando no seu relato, pessoas que vêm alimentando gatos em praças e parques da cidade, estão gerando um desequilíbrio preocupante. No parque das dunas, por exemplo, espaço onde a superpopulação de gatos também pode ser notada, é comum encontrar (mas também no parque das cidades) cidadãos deixando ração ou restos de comida para os felinos. Resultado: os gatos se proliferaram e começaram a matar outras espécies, tais como o tijuaçu e alguns passarinhos que põem seus ovos no chão, ou em locais atingíveis pelos gatos (os gatos comem os pássaros e os seus ovos).

“Além de sujar as praças, avenidas, universidades, etc, permitindo a proliferação dos animais, insetos e doenças, eles ainda geram um desequilíbrio no ecossistema”, disse o profissional do meio ambiente.

Outros profissionais que trabalham no parque falaram que já tentaram conscientizar os visitantes, mostrando que eles não estão gerando um bem, mas trazendo um problema para a cidade. No entanto, segundo os trabalhadores, os pedidos costumam ser em vão. “Nós, que só queremos o bem do parque, ainda escutamos que somos desumanos”, me contou o rapaz chateado. Há espécies ameaçadas que, na nossa cidade, só existe na região do parque das dunas, mas que estão sofrendo com o excesso de gato.

O felino, que tem aparência bondosa, quando introduzido em determinados ambientes, têm a capacidade de interferir fortemente no ecossistema, me contaram os dois biólogos.

Em resumo, também, se a gente respeitar uma visão mais macro, menos pontual e menos apaixonada do processo, não defendi nenhum absurdo.

O HUMANO COMO CENTRO DO MUNDO

Enfatizei que o homem é mais importante do que o animal não humano. Porém, em nem um momento afirmei que a gente poderia matar a tudo e a todos, conforme comentaristas quiseram me enquadrar. Ora, a política de controle de zoonose também parte dessa premissa para pensar a população de animais. Até porque, sem o controle, a transmissão de doenças ocorre sim. E, em determinados casos, o sacrifício se faz necessário (qual o absurdo nisso tudo?).

CASTRAÇÃO, ESTERILIZAÇÃO E ADOÇÃO RESOLVEM?

Conforme os profissionais que consultei, as medidas são, inegavelmente, importantes. Porém, não retiram a necessidade do sacrifício. Até porque, conforme relatos dos profissionais da área, a adoção de gatos é, por exemplo, baixíssima. “Raro ver alguém adotando um gato”, me falou o funcionário do centro.

Já a castração e a esterilização são ações de longo prazo e, ainda assim, não anulam a necessidade de sacrificar alguns animais. Os centros de zoonoses também não apresentam condições materiais (recursos e espaço) e humanos (pessoal preparado) para fazer essa castração e esterilização em massa.

É preciso pensar ainda com a cabeça do administrador público. O centro de zoonose não recebe grande quantidade de recursos. Até porque a prefeitura prefere investir em outras áreas, o que dificulta ainda mais a conjugação de todas essas ações.

DESQUALIFICAÇÃO COMO (PÉSSIMA) PRÁTICA ARGUMENTATIVA

Alguns discordaram de mim com respeito, o que acho legítimo. Ninguém é obrigado a concordar com aquilo que o outro fala. Faz parte da democracia e das regras de um debate público, pautado por uma política comunicativa na esfera pública minimamente reflexiva. Porém, outros me desqualificaram num claro movimento – se não concordo com você, então, não vou atacar seus argumentos, mas acabar com a sua própria pessoa, com sua imagem, sua reputação.

Afirmaram que o meu argumento levava a crer que eu também poderia pedir a morte de pessoas com doenças crônicas (HIV, HEPATITE C, etc). Ora, nada poderia ser mais absurdo. Até porque, na verdade, o meu argumento tende, inclusive, a proteger os portadores de doenças crônicas, que são os que mais morrem, juntamente com idosos, grávidas e crianças, com as patologias adquiridas com o contato com um animal.

Pior. Afirmaram que eu era defensor da “eugenia”, como se a “eugenia” tivesse alguma relação com controle de animais.

Esta tática, além de desonesta do ponto de vista intelectual, é fascista, pois caminha pelo sentido do enquadramento com o objetivo de macular, de rebaixar o interlocutor moralmente para lhe apresentar a oportunidade de contradizer.

FUNDAMENTALISMO TOTALITÁRIO

Em nenhum momento ataquei quem quer que seja. Sempre caminhei pela via dos argumentos. Porém, alguns, que se afirmaram como “defensores da vida”, pediram a minha cabeça, falaram que sabiam onde eu trabalhava e que queriam ver a minha morte (tudo se encontra nos comentários do texto anterior). Ora, que pacifismo é esse que, além das ofensas pessoais, parte para as ameaças e ataques?

Eu, que fui pintado como o demônio, dialogo e tento debater. Enquanto isso, os opositores mais ferrenhos, acreditando que estão do lado do bem, falam em morte, ataque e perseguição? Não há uma inversão de valores?

O fundamentalista costuma ter uma causa, mas não é isso que o caracteriza. O que lhe atribui coloração especial é a tentativa de impor, de qualquer forma e por todas as vias, a sua convicção. O fundamentalista tenta eliminar tudo o que não se enquadra naquilo que ele acredita.

Como estabelecer o debate com uma pessoa assim?

O fundamentalismo é tão forte que, nos sites em que fui atacado, é possível encontrar textos criticando o uso dos animais como cobaias de pesquisa, algo imprescindível para testar a eficácia dos remédios, tratamentos, etc. Fico me perguntando se essas pessoas utilizam remédios, shampoos e sabonetes que foram testados por esse método.

O discurso é fortemente anticientífico e primitivista.

VISÃO IDÍLICA DA NATUREZA

A defesa dos animais é, em certo sentido, seletiva. Será que estariam me criticando, se eu tivesse pedido o controle de ratos e baratas?

Mais uma vez. O gato tem aparência bondosa, mas conforme os biólogos consultados, tem a capacidade de bagunçar todo um ecossistema.

CONSELHO

Os funcionários do centro de zoonoses me aconselharam a não mais argumentar, pois, por mais que eu tivesse certo ou apenas com a intenção de debater o problema, o diálogo com alguns (não todos) defensores dos animais é impossível.

Eles reclamaram das pichações e de ofensas a que já se acostumaram. O centro de zoonoses é chamado de “casa do inferno”, “centro de extermínio”, etc.

O que pensar de uma pessoa que sataniza um centro de pesquisa e controle, que melhora as nossas condições de vida e, inclusive, a dos próprios animais?

A interferência em alguns centros de zoonoses espalhados pelo Brasil foi importante para gerar um atraso naquilo que vinha dando certo. São Paulo apresentou revés em sua política de zoonose em decorrência da imposição por parte de grupos organizados de defesa dos animais do fim da prática de sacrifício, assim me relatou um veterinário consultado.

POSTURA DA CARTA POTIGUAR

Mesmo com os ataques mais baixos, o site em nem um momento, mas nem um mesmo, censurou o contraditório. Todos os comentários foram aprovados.

Além disso, veiculamos um artigo de um ativista, que se posicionou frontalmente contra o meu texto.

VEGETARIANISMO

Outra coisa. Não sou contra o vegetarianismo. Sou contra a um tipo de fundamentalismo vegetariano, que se coloca como superior a tudo aquilo que não segue a sua cartilha. Alguns vegans afirmam que “comedores de carne” cometem assassinatos em massa. Na internet, o discurso pode ser encontrado. Um claro exagero obscurantista, além de etnocêntrico.

BIOLOGIA

Fui criticado por ter afirmado que a carne foi fundamental para a evolução de nossa espécie. Ora, qual o erro teórico aí?

Em seu texto (resposta ao texto “morte aos gatos!”), Robson tenta negar a assertiva, mas acaba afirmando a importância da proteína da carne para a nossa evolução.

Segundo ele, não foi a carne, mas a proteína que foi importante (ele mostra corretamente que a proteína se encontra em outros alimentos que não apenas a carne).

Claro, sem dúvida. Porém, na noite dos tempos a grande quantidade protéica necessária para o homem se desenvolver só poderia ser encontrada, do ponto de vista prático, na carne. Tanto que foi assim que ocorreu.

PEDIDO

Espero que os argumentos e comentários sejam respeitosos.

Daniel Menezes

Cientista Político. Doutor em ciências sociais (UFRN). Professor substituto da UFRN. Diretor do Instituto Seta de Pesquisas de opinião e Eleitoral. Autor do Livro: pesquisa de opinião e eleitoral: teoria e prática. Editor da Revista Carta Potiguar. Twitter: @DanielMenezesCP Email: dmcartapotiguar@gmail.com

48 Responses

  1. Mozart Maia disse:

    O argumento utilizado por vegans é basicamente o mesmo que alguns fundamentalistas religiosos utilizam para defender seus dogmas: como vocês podem não ver que o que eu falo é a verdade absoluta? Como você ousa pensar de forma diferente?

    Gostaria de saber se essas pessoas que são defensoras ferrenhas dos gatos defenderiam os ratos se a peste negra acontecesse hoje. Qual a diferença, me digam?

    • Sem falar de que usam chumbinho em vez de ratoeira. O chumbinho causa um sofrimento terrível ao rato, e a ratoeira mata instantaneamente. Porém, preferem o chumbinho porque é um método limpo, porém desumano.

    • Milena disse:

      Se combate da maneira correta, hoje em dia não existe peste negra por se controlado. E só se controla procriação de gatos com educação para adoção e com castração. Nos EUA, 25% da população tem gatos, e aqui no Brasil gato é visto como peste. É um animal que só quem cria sabe o amor que ele oferece. Esse problema de gatos em demasia não é no nosso país todo, Natal é a cidade que tem mais gatos abandonados na rua. Sabe o que a prefeita disse quando falamos isso? “Ah, eu não sabia”. Em boa parte das cidades existem castrações gratuitas, o que dá esse controle populacional, porém é a longo prazo. Nós protetores também defendemos os ratos, caso tenha interesse em ler, basta procurar. Nos moramos em um país pobre culturalmente, onde se “atira pau no gato”, onde gato preto dá azar, onde se diz que gato é traiçoeiro… Matar não é solução pra nada. Imagina se nosso centro de zoonoses realizasse castração ou invés de eutanásias… O Zoonoses mata e não soluciona nada. Uma gata castrada, significa, em média, menos 100 gatinhos no mundo. Pense nisso.

      • Daniel Menezes disse:

        Milena,

        Concordo com o fundamento do seu texto.

        Nossa cidade, infelizmente, não tem política clara de controle de animais, o que deveria englobar, inclusive, a castração.
        Os funcionários do centro reclamaram de falta de recursos, atenção e de pessoal qualificado suficiente.
        Mas é bom lembrar que nos EUA também há o sacrifício como um dos meios de controle populacional.

  2. Renato Pontes disse:

    Novamente, parabéns Daniel!

    Já tive contato, e muitas discussões, com fundamentalistas etnocêntricos que se acham superiores por não comerem carne animal. Ora, a natureza nos fez assim e faz parte da própria cadeia alimentar. Será que se um dia todos os homens e mulheres parassem de consumir carne animal, os super-protetores iriam passar a militar para que os demais animais “parem de se comer”? Ou apenas o animal homem não pode comer outros animais? Como sim, sempre comi e provavelmente sempre irei comer carne animal (diga-se de passagem, Bacon é meu fraco).

    Posso estar errado e peço vênia para falar de um assunto que não conheço em um todo, mas até onde eu me lembro, o equilíbrio do ecossistema é feito (em parte) pela morte de determinados animais por seus predadores. 

    Ademais, discordo em partes do sacrifício de animais. Acredito que um programa de castração progressivo e sistemático poderia atender em médio ou longo prazo animais de rua, o que resolveria o problema (mas reforço, em médio ou longo prazo). A medida funcionaria em um primeiro momento para o controle imediato e abortada tão logo fosse possível. Controle de Zoonoses é problema de Saúde Pública, falta mais empenho dos defensores para pedir aos gestores das pastas de Saúde, programas que venham contornar a situação preocupante que hoje se encontra.

    E relembro, o Bairro de Ponta Negra promoveu o seu próprio sacrifício de animais: Os moradores sacrificaram inúmeros gatos (e continuam sacrificando). Hoje em dia, quase não se vê mais gatos nas ruas por aqui. Prefiro que seja feito por profissionais do que “a três pancadas” como vem sendo feito.

    Um grande abraço, e espero que os que vierem aqui estejam dispostos ao diálogo saudável e, ainda que discordem, mantenham uma postura minimamente humana e respeitável. 

  3. Daniel Menezes disse:

    Caro, fiquei impressionado com esse fundamentalismo também. 

    Já defendi aqui a prática do aborto, descriminalização das drogas, ateísmo, etc. Nunca passei por algo parecido. 

    Porém, falar em controle dos animais despertou a maior ira que já vi nos meus dois anos como colunista da carta potiguar.

    Acredito na capacidade libertadora da crítica, do conhecimento e da ciência. Portanto, também na disputa argumentativa pública e respeitosa.

    Mas o que alguns promoveram nos comentários anteriores não pode ter outro nome: fundamentalismo totalitário fascista. É a pessoa que afirma o pacifismo e pede a morte de uma outra pessoa…

  4. Daniel Menezes disse:

    Opa Renato,

    valeu pela força.

  5. Gustavo Vilella Whately disse:

    kkkkkkkkkkkkkkkkkk Olha, falar sobre sacrifício de animais (que sou relativamente contra, mas compreendo os pontos levantados) levantou mais Ira que defender aborto?? Isso mostra como o homem se relaciona… Interessante.

  6. Você não foi o único, caro Daniel. A diferença é que gosto quando as pessoas partem para a briga, pois me dá o argumento da legítima defesa na aplicação do meu krav magá de escola, kkkkkkkk.

  7. Milena disse:

    Achei interessante o texto de uma menina que compara os gatos com os aidéticos, não recordo o nome dela agora. Ela questiona o autor a respeito do que fazer com os aidéticos, já que os mesmos transmitem doença, dão prejuízo ao estado com medicações, internações… (Essa não é minha opnião, que fique claro). Então, com o mesmo raciocínio, deveríamos controlar o número crescente de aidéticos, que não terão cura, com eutanásia? ou você acredita que educação, prevenção é uma solução mais sensata para o cobate a aids?

    • Daniel Menezes disse:

      Seu raciocínio não seria por mim apoiado, na medida em que para mim o homem é o valor de todas as coisas…
      Como alguém que afirma que o homem é fundamental, pode pregar a morte de pessoas doentes?
      Essa perspectiva não se enquadraria com o preceito iluminista que defendi e que está embutida na idéia de controle de zoonoses.

  8. Patrícia AMorais disse:

    Nossa, demorou uma semana pra estudar tudo isso hein?
    (rs) tá legal o texto bem elaborado (mas nem conseguir ler todo, me desculpe,
    meu tempo é precioso..) Mas li o pequeno trecho ” O humano como centro do
    mundo”. E faltou uma coisa nessa sua pesquisa bem elaborada, o homem que você
    considera mais importante que os animais ‘irracionais’, é o único ser no
    planeta que não faria falta se fosse extinto sabia disso? Sou bióloga e sei do
    que estou falando, na cadeia alimentar o homem é um mero ‘figurante’. Ah antes
    que vc diga ‘’se o homem fosse extinto, os animais domésticos tb seriam’’ tb
    sei disso! Mas a seleção natural escolheria os mais fortes para sobreviver e consequentemente
    teria uma evolução nesse processo. Mas você não acha que fica meio contraditório
    isso? O homem ser o ”ser supremo” do mundo e não fazer falta ao mesmo. Somos
    mais maléficos que benéficos, por mais que tentamos sermos prefeitos. Bom, não
    irei me estender, deixarei o espaço para seus admiradores, já que vc não
    responde mesmo aos comentários de quem discorda do seu raciocínio, e, já que
    recebeu muitas ameaças de morte (cujo não vi alguma e se visse não aprovaria
    tais condutas), mais que merecido vc ler só elogios para enriquecer seu ego e
    fazer mais textos brilhantes.

    • Pedro Andrade disse:

      ” seleção natural escolheria os mais fortes para sobreviver ” Não é o mais forte, é o mais adaptado.

    • Daniel Menezes disse:

      Prezada Patrícia,

      1. Concordo contigo no aspecto “do ponto de vista planetário, o homem é mero figurante”.
      2. Porém, a centralização do homem como valor é algo social, mais uma vez, herança do iluminismo, que ainda continua hegemônico. É um consenso construído politicamente e socialmente. A explicação ambiental naturalizante não vale aqui.
      3. Não fiz o texto antes pq o site havia saido do ar.
      4. As ameaças estão lá no texto anterior. Se você se der o trabalho de ler os comentários, irá achar e ver que não inventei nada, conforme insinuas.
      5. Respondi a todos os comentários respeitosos, como estou respondendo ao seu… Só não respondi os ofensivos. Até porque… para mim ofensas devem ser ignoradas.
      6. Quanto a o egocentrismo não posso lhe oferecer uma resposta. Você tem o direito de criar uma imagem sobre mim, ainda que eu não concorde com ela. Assim como eu poderia criar uma sobre vc. Vida em sociedade é assim mesmo. Porém, veja as minhas postagens anteriores e olhe se sou dado a afagos e excentricidades.

    • Renato Pontes disse:

      Somos figurantes, mas fomos escolhidos pela seleção natural como os mais fortes. E estamos presentes na cadeia alimentar…

  9. Lesley disse:

    Eu tenho toxoplasmose e não tive efeito colateral nenhum que justificasse matar um gato. A toxoplasmose só trás problemas em indivíduos que possuem problemas de baixa imunidade, como por exemplo os portadores de HIV. Matar os gatos para solucionar um problema de mal gestão é o mesmo que matar os pobres para solucionar o problema da fome. O que deve ser feito é a castração desses animais e o recolhimento dos mesmos em abrigos para adoção. 

    Sobre a sua fala a respeito da evolução e o vegetarianismo, sinto muito lhe informar que não precisamos de alimentar de carne, por mais que tenha alguma associação por termos chegados até aqui. Durante sua evolução ele comia carcaças de animais apodrecidas, além de frutos, depois aprendeu a fazer objetos para auxiliar a caçar utilizando os dedos (não garras). Mas hoje não podemos justificar a destruição do ambiente e a morte de outros seres em prol de um especismo cego e de um mero prazer culinário. Embora eu ache que acada um tenha seu tempo,  muitos morrerão antes, para entender isso.

    • Lesley, se você pisar numa barata será o ser humano mais hipócrita do universo.

      • Félix,

        Se eu pisar numa barata será um “homicídio culposo” rs 

        Mas fica tranquilo, eu moro num andar muito alto e ainda sim, se tivesse problema com isso usaria apenas um simples repelente no meu apartamento. 
        Mas vou deixar claro que veganismo diz que todos os seres tem direito a vida, mas por instinto cada um defende a sua. Por exemplo, se você cair no meio de uma selva e não tiver qualquer recurso para sobreviver e precisar comer algum animal, você estará lutando pela sua vida, assim como um leão ou qualquer outro predador o faz. Agora uma outra coisa é você comer um baby beef ou um Foie Gras por mera gula. 

        Abraços,

        • Daniel Menezes disse:

          Lesley,

          tratamentos médicos, carros, avião, remédios, massas, etc, tudo leva animal. 
          Negar o uso de animais para o progresso significa negar a nossa própria condição.
          Significa negar o que nos torna humanos.
          Como viver com essa culpa?

  10. Daniel Menezes disse:

    Lesley,

    não é verdade que a toxoplasmose só traz mal para quem tem baixa imunidade. Na maioria dos casos ela, de fato, fica inerte. Porém, em outros ela se manifesta.
    Como matar pobres, se o homem está acima de todas as coisas? controle animal (que envolve a relação entre homem e animal não racional) não tem a ver com limpeza social eugenista, conforme você alega.
    Mais. Castração não resolve sozinha. Quem vai adotar? Adoção de gatos é irrisória.

    • Daniel,
      Exatamente, ela está inerte em mim, visto que tenho um sistema imunológico saudável. Em pessoais com baixíssima resistência como os portadores do HIV, ela se manifesta. Mas a toxoplasmose só é transmitida por alguns gatos (não todos, somente os que estiverem contaminados) e através do contato com as fezes deles via oral ou sanguínea. Ou seja, você tem que entrar em contato com um local sujo com as fezes do gato, que esteja infectado e posteriormente não lavar as mãos ou o utensílio doméstico. Você acha a probabilidade disso acontecer alta? 

      Quanto a adoção, por ai pode ser irrisória, mas aqui em SP nem tanto, a mídia faz muita campanha em programas e existem alguns até específicos para animais que trata do assunto. Mas de qualquer forma o responsável pelo desequilíbrio criado e consequentemente a  proliferação de gatos é o homem. Agora que lhe convém, ele vai exterminá-los? Que os castrem e os mantenham nos abrigos, caso não adotados, até as suas mortes naturais. Isso não será muito problema no futuro, visto que com a castração o número de animais deve ser reduzido substâncialmente. 

  11. Marcelo disse:

    Podem eutanasiar todos os gatos da UFRN, que o abandono vai continuar, meu caro. A posse irresponsável de animais e o abandono são a raiz do problema. Melhor que falar em morte aos gatos, fale em posse responsável e a falta de políticas públicas nesse sentido.Educação, conscientização, castração. Esse é o caminho.É muito fácil condenar os gatos, mas não quem os abandona.

    • Daniel Menezes disse:

      MArcelo,

      também sou contra o abandono de gatos. Conscientização nesse caminho também…

      • Lena Costa Carvalho disse:

        Na minha universidade, em 2 anos, eu castrei 2 cadelas e 5 gatas. Adoção consegui pra 1 cadela e 5 gatos. E você, Daniel Menezes, o que faz pra reduzir a população de animais abandonados no campus além de conclamar assassinatos?

  12. Info Srp disse:

    Um imbecil como você não merece respeito. Deveriam te trancar em algum lugar bem longe, sem água e sem comida.

  13. Liege Marla disse:

    NADA DISSO JUSTIFICOU!!

  14. Celeste Almeida disse:

    O Senhor Daniel teve uma segunda oportunidade para ser respeitoso consigo próprio, porém não o fez. Continua querendo descarregar sua falta de conhecimento sobre as costas de animais que não pertencem a sua inteligente espécie.
    No artigo anterior fez sim evidente apologia ao crime (art. 32 da Lei 9.605/98), mas ainda não está contente.
    O que o gato, o cachorro, o porco, o boi, o pinto, o coelho têm a ver com a ignorância de vossa senhorira Daniel?
    Vamos usar nossa inteligência para levar a paz até esses seres que não têm qualquer culpa por não pertencerem à nossa inteligente espécie. Chega de pregar o preconceito contra animais não humanos.

  15. Lena Costa Carvalho disse:

    Lá vamos nós:

    CONTROLE POPULACIONAL

    A Organização Mundial da Saúde recomenda há mais de 30 anos a esterilização como controle populacional de cães e gatos, visando ao controle de zoonoses. Para cada gato assassinado num CCZ, outros seis estão nascendo no mesmo lugar. Além de moralmente condenável, o assassinado é inócuo no controle populacional. Não é à toa que as cidades onde ele é praticado continuam vendo a população de animais em risco crescendo o tempo todo.

    CRIMINALIZAÇÃO DA PROTEÇÃO

    Querer tipificar alimentar animais como crime é nazismo. Se quiser, um termo mais brando, é uma conduta higienista como a das madames cariocas que há um tempo lançaram uma campanha para que ninguém desse esmolas na rua porque “assim eles vão pra outro lugar”.

    Quem alimenta ou dá esmolas a um gato, cão ou pessoa em situação de rua não está resolvendo o problema, mas também não o está criando. A solução dessas coisas passa por uma política pública decente e, no caso dos animais não-humanos, é isso que falta a Natal. Uma política pública de esterilização.

    BEBEDOUROS 
    O compartilhamento de bebedouros é um problema sim, mas a morte dos gatos não é a solução mas óbvia, sequer a mais correta. Pode-se, entre inúmeras outras coisas, deixar apenas as torneiras que esguincham água de baixo pra cima. Os gatos não colocarão as patas nela, tampouco a bunda.

    UNIVERSIDADE E ABANDONO

    Por fim, o número de animais na universidade (e em outras muitas) tem pouco a ver com quem os alimenta. O problema, nesse caso, é que pessoas  com mentalidade como a sua, que acham o humano tão superior, acreditam que podem abandonar um animal a qualquer momento. Muitas pessoas escolhem as universidades como ponto de abandono e algumas, pasmem, acreditam até que o animal viverá numa boa. Isso acontece primeiramente porque o CRIME que é o abandono de animais raríssimas vezes é repreendido e denunciado. Em segundo lugar, isso ocorre porque a ESTERILIZAÇÃO não é divulgada e facilitada, fazendo com que crias e mais crias sejam paridas em casas das quais serão expulsas mesmo antes de desmamar. 

    MAIS DO MESMO
    Um artigo intitulado “morte aos gatos” e com um tom catastrófico sobre a toxoplasmose é sim um incentivador da matança. Isso é inegável.

  16. Lena Costa Carvalho disse:

    Pra quem não viu, este segundo artigo higienista/nazista foi muito bem respondido aqui: 
    http://consciencia.blog.br/2012/04/morte-aos-gatos-treplica-aos-argumentos-do-controle-de-zoonose-com-morte.html#comment-17318

  17. Jéssica disse:

     Basta, Daniel Menezes!

    Um texto fora já foi terrível e agora um segundo texto tentando
    justificar o primeiro… Seus argumentos não convencem! Sua
    justificativa não justifica, dá pra entender isso? E nem o seu argumento de base intelectual ILUMINISTA é empolgante e se justifica, e tão pouco funciona em nosso contexto já que é tão individualista, são apenas palavras, filosofias “do homem e para o homem”.

    Todos tem direito a vida” E se voce vem falar de “multar quem alimenta animais de ruas” como prática criminosa, poderíamos, da mesma maneira dizer que voce incorre em prática criminosa já que fez apologia ao assassinato de muitos animais, ainda que sob o pretexto de controle populacional, mas já desrreispeitando leis de proteção aos animais que já existem. Não acha que voce deveria ser punido pelo que andou escrevendo na mídia?
     
    Por acaso voce ainda desconhece a DECLARAÇÃO
    DOS DIREITOS DOS ANIMAIS de 1978, além de outras leis existentes no Brasil que visam proteger a fauna regional? Pois saiba voce que lutamos por isso
    com todas as forças e pessoas como voce vão ter que se conformar com a
    idéia de que eles tem direitos e que isto está mais perto de se
    concretizar do que se imagina, sejam eles seus irmãos ou não.

  18. Melynneteijeiro disse:

    Outra vez?? Poxa Daniel… tá passando dos limites, hein?
    O caminho é para de dar ibope para esse suposto sociologozinho.
    E para quem ainda abre a boca para falar sobre “topo da cadeia alimentar” (hahaha), vá caçar um animal para comer primeiro. Quem compra bicho morto no supermercado não está no topo de nada!

  19. Guilherme Monteiro disse:

    Espertinho heim cara ? Você quer é se promover escrevendo sobre um assunto que você bem sabia a proporção que tomaria.
    Você só esqueceu de colocar lá sobre o controle populacional de animais humanos. Certamente você é favor das balas perdidas, assaltos com morte e coisas do gênero, pois a explosão demográfica dos animais humanos é fato e você também deve apoiar com a mesma lógica que usou para a dos animais.

    Eu já tive toxoplasmose e na época nem gato tinha. Para o seu conhecimento a toxoplasmose é causada por um protozoário que pode ser encontrado em suínos, caprinos, aves, animais silvestres, gatos, bovinos, suínos, cabras, etc.E a transmissão pode ocorrer por carnes cruas ou mal passadas, principalmente de porco e de carneiro, pela ingestão de água e/ou alimentos contaminados.Olha aí, e o seu churrasquino mal passado, vai abolir ?
    Então, não me venha culpar o gato e falar coisas que você não tem suficiente conhecimento. Vai ler e aprender melhor sobre os assuntos que você vai escrever daqui prá frente.
       

  20. Joana disse:

    Esse cara é um idiota, um oportunista.

  21. Joana disse:

    Esse cara quer é se promover e usar as redes sociais para isso através dos otários.
    Não caiam nessa.
    O que ele fala não vai mudar nada em relação ao que eu e muitos outros pensam, então prá que gastar meu tempo discutindo com um oportunista ?

  22. Lulu disse:

    Todas as minhas críticas podem ser reduzidas em: suas proposições, se esticadas, estouram, devido a completa falta de comprometimento com a lógica no seu discurso, bem como em função do descuido com questões secundárias que (não) apoiam sua proposta. Acho estranho considerando sua descrição (docência, pesquisa de opinião e eleitoral), mas enfim… Para não dizer que minha discordância é de ordem ideológica ou qualquer baboseira desse tipo, se tiver a oportunidade, colocarei meus estudos sobre pesquisa de opinião e eleitoral à sua disposição.

  23. Aline disse:

    Caro Daniel…você me provoca náuseas. Mais do que ratos, pessoas como você são uma ameaça à saúde pública.

  24. Sr. Daniel Menezes, o sr. tem certeza que saiu em campo para entrevistar as fontes citadas? Porque além de não identificá-las, o texto continua raso e infeliz. Pior: além de malhar os gatos, o sr. agora vira sua verborragia contra os cães e as raposas. Quanto as descomposturas e “ameaças”, concordo com o sr. Não é assim que a banda toca. Existem outras maneiras mais civilizadas de se posicionar e colocar suas idéias. Só mais uma coisa: admiro sua coragem em postar um texto com aquele teor. Mas, o que está feito, está feito. Não tente emendar. A emenda pode sair pior que o soneto. O que foi seu caso.

  25. Pollyana disse:

    Passei duas semana maravilhosas em Natal frequantando a belissima praia de Ponta Negra mas me contrai uma bacteria proveniente de gatos o que justifica o controle desses animais

  26. Priscila disse:

    É a segunda vez que venho a Natal mas a primeira que me deparo com tantos gatos nas ruas.O que fia claro para mim é o total descaso da prefeitura da cidade com a questão dos animais de rua. Não acredito que a eutanasia dos animais seja uma atitude razoável, por mais que ela seja adotada em países considerados desenvolvidos e recomendada por alguns dos funcionários com o quais você conversou.
    Caso você não saiba, no mundo inteiro, a população de gatos está ultrapassando a de cães, basta uma rápida busca na internet para descobrir.
    O recolhimento dos animais por parte da prefeitura, a castração dos mesmos e o incentivo à adoção desses felinos é concerteza uma atitude mais bonita e que dá mais “ibope” à prefeitura que a eutanásia em massa dos mesmos.
    Estes animais não merecem ser tratados como pragas, qualquer pessoa que conviva com um gato também irá pensar assim.
    O que me envergonha não é a praia cheia de gatos mas a falta de vontade da prefeitura em resolver o problema da melhor forma para todos.

  27. Maria Bonfim disse:

    É uma vergonha pensar que matar os animais é solução, então porque não matam violadores, parasitas etc.
    os animais são seres vivos, merecem respeito, quem gosta de animais e dá comida, também deve ter o cuidado de castrar os animais, isso é que é importante.
    concordo com eutanásia, se o animal estiver em sofrimento
    quem não pensar assim que vá à merda-

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Resposta ao artigo “Morte aos gatos!”

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Editorial: "Morte aos Gatos"