Rio Grande do Norte, quarta-feira, 18 de outubro de 2017

Carta Potiguar - uma alternativa crítica

publicado em 6 de abril de 2017

DEPOIS DA MÁFIA DA CARNE, A MÁFIA DA ENERGIA?

postado por Carta Potiguar

Denúncia enviada pela Associação de amigos dos impostos justos

A COSERN está cobrando taxas suspeitosas para seus usuários e desrespeitando a lei

Em sua conta de energia mais recente, no tópico “composição de consumo” (fica mais ou menos no meio do papel, do lado direito), observe se há uma cobrança extra chamada “Perdas do Energia“. Em seguida, responda:

1) Aparece “Perdas de Energia” em sua conta?
2) Se sim, essa cobrança extra apareceu nas contas dos meses anteriores?

Provavelmente, como aconteceu conosco e com muitos natalenses e potiguares que temos consultado, essa cobrança misteriosa começou a aparecer no último mês ou nos últimos dois meses. Ligando para a COSERN, nós e algumas pessoas obtemos as mesmas respostas evasivas, imprecisas e até absurdas das atendentes. Algumas delas disseram, por exemplo, que “Perdas de energia” é uma espécie de multa que o usuário paga por que algum vizinho está fazendo o famoso “gato”.

Evidentemente, a ideia é ilógica. Primeiro, por que é impossível que todas as pessoas que tiveram o tópico “Perdas de energia” incluído em suas contas estejam fazendo “gatos”. Segundo, por que ninguém deve pagar pela infração do vizinho!

Conclusão: a COSERN está cobrando taxas suspeitosas para seus usuários e desrespeitando a lei. Sugiro que todos os usuários prejudicados por essa misteriosa cobrança liguem para a empresa, procurem explicações, reclamem e ameacem com processos judiciais.

Dois, cinco, dez ou vinte reais a mais em nossas contas não vai fazer grande diferença para cada um de nós, individualmente. Contudo, de grão em grão, a empresa está enchendo o papo com milhares, milhões de reais! Nossa união faz a força.

Exijamos explicações convincentes! Exijamos que a lei seja respeitada! Se houver uma máfia da energia, ela deve ser investigada e os responsáveis processados! Não paguemos taxas abusivas! Depois da máfia da carne, a máfia da energia? Inaceitável!

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